AS 100 MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR NA AMÉRICA LATINA – 2010

26 de julho de 2010

Dias atrás saiu o ranking das 100 melhores empresas para se trabalhar na América Latina – 2010.

As dimensões- chave utilizadas para ranquear as organizações foram: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. Analisando-as   cabem algumas considerações.

Para isto precisaremos falar de uma dimensão imprescindível para que as demais sejam analisadas posteriormente. Estamos falando de confiança.

Segundo o dicionário Housaiss, confiança significa crença na probidade moral, na sinceridade afetiva, nas qualidades profissionais etc.

Para construirmos relacionamentos saudáveis, é indispensável nutrirmos a confiança em nossas relações. É algo conquistado e alimentado diariamente, como define a pesquisadora e consultora em desenvolvimento humano, Rosa Krausz: “é preciso ter em mente que confiança não pode ser considerada uma conquista permanente. Dada a sua fragilidade e delicadeza, é algo que precisa ser reconstruído, renovado e reiterado a cada dia” (livro: coaching executivo e empresarial – a conquista da liderança, pág 78).

Hoje, confiança é vantagem competitiva. Lugares saudáveis para trabalhar possuem relacionamentos baseados em confiança. Cenários em que ela é estimulada e principalmente praticada, retém talentos, reduzem custos, estimulam a troca de melhores práticas e potencializam a produtividade e a inovação.

Hoje em dia as organizações atuam baseadas em cenários. O que isso quer dizer? Por exemplo: há quatro meses, quem poderia afirmar convictamente que a moeda européia (euro) sofreria uma desvalorização acentuada? Os cenários mudam constantemente. Para que as pessoas possam  produzir diante de tantas incertezas, é fundamental que o exercício da confiança seja um dos pilares das práticas de gestões corporativas.

Através deste pilar, gera-se credibilidade entre seus colaboradores, stakeholders, clientes internos e fornecedores. Os ambientes se tornam respeitosos, independente das pessoas inseridas nas relações do dia-a-dia.

Os colaboradores sentem orgulho de “vestir a camisa”, gerando camaradagem entre os colegas de trabalho e assim possibilitando sinergia contagiante para atingir os objetivos traçados em prol do bem comum. 

Lisandro Zanotto
Consultor de Desenvolvimento Humano
www.pstreinamentoempresarial.com.br
lisandro@pstreinamentoempresarial.com.br

E como fica a Segurança?!

29 de junho de 2010

Por Daniel Spinelli

Há uma confusão no mercado que não raramente atrapalha o entendimento sobre a questão do componente “desafio” nos treinamentos organizacionais, especialmente quando esses são realizados ao ar livre.

Muitas empresas vêm buscando a metodologia experiencial, muitas vezes envolvendo atividades de aventura (Rafting, Rapel, etc…) como alternativa para programas de team building, desenvolvimento de liderança ou mesmo em atividades de integração em seminários e convenções.

Um pressuposto de um ambiente de aprendizagem deve ser a segurança física e psicológica dos participantes. Cada uma dessas dimensões da segurança é construída de formas diferentes, mas estão intimamente ligadas e uma breve análise dessa inter-relação gera uma reflexão interessante no que tange ao desenvolvimento pessoal. O conceito de assumir riscos está intrínseco no conceito de aventura, e carrega consigo uma das chaves para oportunidades de aprendizado. A partir desse passo fora da zona conhecida (ou zona de conforto), o participante vive uma experiência intensa que gera qualidades como interação, significado, satisfação, suporte (dando e/ou recebendo), introspecção, quebra de paradigmas, entre outras.

A experiência do desenvolvimento pessoal (que carrega consigo o reflexo no crescimento do profissional) é potencializada quando a pessoa se dispõe a conhecer e experimentar o diferente e o novo. Encontrar situações inéditas fazem o individuo encontrar ou desenvolver recursos próprios talvez desconhecidos ou subutilizados, que uma vez acessados darão mais poder pessoal ao “aventureiro”. Essa é a forma como vejo a caminhada do auto-desenvolvimento: aventurando-se em situações de assunção de riscos, se conhecendo melhor, buscando desenvolvimento, aplicando os aprendizados na vida e seguindo a caminhada com cada vez mais consciência e recursos.

Cabe à empresa e/ou profissionais responsáveis pelos treinamentos garantir a gestão da segurança das atividades. Para isso existem requisitos definidos em normas, no caso do Brasil da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Uma vez aplicados esses requisitos alcança-se um nível ideal de trabalho com riscos calculados, controlados e assumidos. Dessa forma, o participante saberá exatamente quais riscos físicos está assumindo para que, com isso, possa partir mais seguro para sua experiência de crescimento pessoal. A empresa fornecedora também terá um controle muito maior da segurança das atividades, uma vez que estará seguindo um programa de gestão de segurança que inclui um plano de tratamento de riscos.

Finalmente, a empresa contratante que tem segurança como um valor, terá num evento de treinamento experiencial uma extensão da aplicação da sua política de segurança, ficando assim mais a vontade para desenvolver os talentos das suas equipes.

Treinamento Experiencial PS

Encontro com Mentes Visionárias !

25 de maio de 2010

Por Daniel Spinelli

    Nos últimos anos venho dando minha contribuição como palestrante nos encontros brasileiros e mundiais de Turismo de Aventura. Uma coisa que sempre me impressionou nesses eventos é a qualidade das pessoas envolvidas nesse segmento.  Trata-se de um grupo especial que trabalha por um mundo melhor e tem um espírito cooperativo que ainda não tinha experimentado no mundo corporativo.

    Se olharmos o momento histórico que a humanidade está vivendo, com grandes desafios nas áreas ambientais, de desenvolvimento social, cultural, econômica, entre outras, veremos que temos muito a aprender com esse time de “malucos”. Pessoas de boa vontade, com inteligência  acima da média  e que estão se ajudando para cada vez mais se tornarem mais fortes em termos econômicos e de propagação de mensagem.

    Ainda não vi, nas diversas palestras e dinâmicas das quais participei nesses encontros, uma em que não havia um forte desejo de passar uma mensagem e incentivar os participantes a buscarem recursos, energia e motivação para darem continuidade aos seus trabalhos.

    Numa das oportunidades, em outubro de 2008, na Noruega, participei de um painel onde discutíamos  as soluções que países em desenvolvimento estão encontrando para trabalharem seus destinos turísticos de aventura. Nessa mesa tivemos as apresentações do Brasil, da Mongólia e do Camboja e ali de repente percebemos o quanto temos em comum nos nossos desafios. Saí de lá emocionado por encontrar pessoas de lugares tão distantes, às vezes ignorados, mas que fazem trabalhos extraordinários, dignos de colocar na platéia líderes empresariais de todo o mundo para serem sensibilizados sobre o papel contemporâneo das organizações no planeta.

    O vídeo desse post é sobre o encontro que houve no Canadá em outubro de 2009. Por meio dele dará para sentir a energia do evento. Se quiser participar, o próximo encontro brasileiro será o ABETA Summit em São Paulo de 20 a 22 de Setembro. O próximo Summit mundial será de 4 a 7 de outubro na Escócia. Eu pretendo estar nos dois, carregando minhas energias para continuar trabalhando por um mundo melhor. Espero te ver num deles! Até a Próxima!

Video: Adventure Travel World Summit 2009 – Quebec

Link do evento Abeta Summit: www.abetasummit.com.br

Link do evento ATWS: http://www.adventuretravel.biz/connect/summit/

Filtrando o fluxo de Informações

27 de abril de 2010

“Deu” no The New York Times: Comidas baseadas em amido, como batata frita contém acrilamido, substância associada ao câncer em experiências de laboratório. Ovo frito prejudica o colesterol  (LDL), estudo identificado em comidas fritas realiza a mutação do DNA. Pergunta: Você parou de comer essas coisas por causa destas notícias? Espero que não, porque se tivesse parado, mais tarde com certeza teria se surpreendido com estudos complementares desmistificando todas essas informações.

Será que precisamos deixar de comer batatas fritas ou pararmos de ler jornais? Como podemos filtrar informações com esse tipo de complexidade? Quantos estudos ainda estão por vir? Como separar o “joio do trigo”?

A todo o momento somos bombardeados por informações das mais diversas fontes, vindas dos lugares mais inóspitos. Evidentemente, não podemos ignorar tudo,  mas, como reconhecer a sua veracidade    para que  possamos mudar nosso comportamento sem ficar em dúvida? O modo como damos sentido  às palavras e informações influem decisivamente na maneira como vemos, sentimos e nos comportamos.

É fato que a quantidade de informações aumentou.Além desta constatação, ela surge de maneiras diferentes. Hoje, com canais de  notícias 24 horas por dia ligados, podemos receber informações variadas nos mais diversos cantos do planeta. Os ataques terroristas, a morte de celebridades, os terremotos, são  assuntos  que chegam praticamente em tempo real. As organizações querem seus colaboradores conectados 24 horas por dia, sejam através de Blackberrys, pagers, correio eletrônico e computadores de mão, por exemplo.

O ser humano chegou ao seu limite da capacidade de absorver informações, quem dirá de discerni-las. Isto fica evidente no consumo incontrolável. Atualmente, a televisão ocupa um espaço infinitamente maior na vida da maioria das pessoas ao redor do mundo do que ocupava outrora.

Hoje em dia existem pessoas que já não relaxam mais, tempo ocioso é tempo perdido. Noites de sono ficaram para trás e o que dizer das decisões falhas? A complexidade leva ao caos, a confusão de raciocínios.

Acredito que a solução ou uma das soluções para convivermos melhor com esse fluxo incessante de informações é praticar o olhar, o detalhe e vislumbrar o todo. Assim como fazemos quando estamos observando uma paisagem que se encontra à nossa frente. Para olharmos especificamente, precisamos nos aproximar, para olharmos o todo, precisamos nos afastar.

Para que isso aconteça, olhamos mais próximos para percebemos o que é realmente importante na informação e nos afastamos para garantir  sua coerência.

Se estivermos numa festa e  prestarmos atenção somente no todo, perderemos uma conversa importante em determinado grupo .

 Ao contrário, se focamos apenas em um grupo específico, perderemos a  chance de trocar conhecimentos com pessoas importantes que  não vimos chegar por estarmos absortos apenas num determinado grupo.

O equilíbrio entre o olhar o todo e o olhar mais específico faz com que possamos filtrar esse fluxo imenso de informações.

Lisandro Zanotto
Consultor de Desenvolvimento Humano
www.pstreinamentoempresarial.com.br
lisandro@pstreinamentoempresarial.com.br

Oportunidades Pós Crise

14 de abril de 2010

Por Daniel Spinelli

Passamos por uma crise financeira mundial que assustou empresas e profissionais e pelas consequentes medidas de cautela adotadas pelos empresários, mudando a dinâmica de muitos negócios e das relações de trabalho. Como consequência, estabilidade, certeza e “jogo fácil” saíram do vocabulário no mercado de trabalho. Emergiu um cenário cheio de dúvidas, medos e incertezas. No entanto, diferente do que as previsões (e os medos) alarmavam, um cenário pós crise começou a se desenhar de forma favorável para o Brasil.

Como um furacão que passou, e como os gurus dos negócios sempre pregam sobre o tema “crise”, dessa vez ficou muito evidente o que esse “susto” fez no mercado, e como deixou o cenário para aqueles que estão dispostos a entender as mudanças e aproveitá-las. De qualquer forma, como na maioria das oportunidades, esse momento também demanda algumas atitudes mais adequadas para quem aproveitar o potencial do cenário que está se formando.

Não pretendo aqui explanar todas as atitudes, afinal muitas delas dependem da realidade de cada profissional e de cada empresa, mas citarei algumas que certamente farão a diferença:

A primeira delas é a consciência do momento. É hora de abrir a cabeça, de reanalisar o cenário e o contexto. Se você olhar em volta e não enxergar as mudanças, mude sua perspectiva. Quem pensar com a mesma cabeça de 6 ou 12 meses atrás corre o risco de não identificar as ótimas oportunidades que estão surgindo.          

As formações e as experiências profissionais que lhe trouxeram até aqui não serão tão importantes quanto sua visão de futuro e sua consciência em relação às principais demandas da humanidade. O mundo está pensando diferente, uma das heranças dessa crise é o questionamento dos valores. Qual é a responsabilidade dos profissionais e empresas em relação à sustentabilidade do nosso planeta? Quais efeitos são gerados pela sua atuação no mercado? Você deixa o mundo melhor ou ajuda a levá-lo para a mesma direção para o qual vem caminhando nas últimas décadas?

A velocidade da informação aumentou, a crescente integração da comunicação está gerando por parte de muitos profissionais uma resposta sacrificada em termos de gestão do tempo e da qualidade de vida. Ainda não é comum vermos as pessoas aproveitando de fato a tecnologia a seu favor, pelo contrário, muitas pessoas estão mergulhando num mundo de informações sem uma estratégia definida. Quando a oportunidade surge, se você não tiver uma estratégia de atuação, pode trocar seu valioso tempo de avaliar cenários, montar planos de ação e agir por ficar cuidando da sua caixa de entrada de emails que lota a cada dia.

Trabalhar bem em equipe e desenvolver a qualidade nas relações interpessoais sempre foram importantes, mas agora, são imprescindíveis. A demanda corporativa é por equipes de alta performance e não há espaço nessas equipes para pessoas em crise de ego, com dificuldades de trabalhar bem em equipe ou de cultivar relações saudáveis.      

É hora de se desenvolver como profissional e como pessoa, é hora de aproveitar para mandar sua mensagem para o mundo, e a melhor forma de fazer isso é ser o que você acredita. Vejo muitas pessoas apontando o dedo, e poucas fazendo. Ainda estamos  num estágio letárgico de mudança de hábitos, ainda dependemos de incentivo ao consumo de bens materiais para equilibrarmos nossa economia. O futuro não poderá ser assim. Porque se for estaremos fritos, literalmente. Como atuar nesse novo paradigma econômico que está se formando? A resposta a essa pergunta fará muita diferença entre sucesso e o fracasso num futuro próximo. Se você tem uma boa resposta, eu lhe desejo muito sucesso e torço por você!!!     

Qual o novo papel dos seres humanos nas organizações?

27 de março de 2010

Por Daniel Spinelli

Num mundo onde as pessoas começam a buscar cada vez mais qualidade de vida, o clima de trabalho dentro da organização e suas práticas de relacionamento com colaboradores passa a ter um peso crescente nos resultados de médio a longo prazos.

Podemos ver empresas com ótimos resultados financeiros hoje, organizações que podem parecer indestrutíveis por seu poder econômico, mas o que será desse mesmo negócio daqui há 2,5 ou 10 anos? O conhecimento interno será mantido? Os melhores profissionais vão querer se manter nessa empresa? Clientes conscientes em relação à necessidade de mudança de comportamento por um planeta sustentável vão querer manter relacionamentos comerciais com as pessoas dessa empresa?

Esse é um momento em que as empresas começam a olhar mais para dentro de si mesmas, perceber que ali existem pessoas, com seus sonhos, famílias e expectativas. As pessoas assumem hoje um papel estratégico para um sucesso sustentável nas empresas. Tendo uma visão mais ou menos humanística, esse é o momento para as empresas repensarem a forma como consideram seus colaboradores nos seus planos estratégicos levando em conta quanto tempo pretendem ficar no mercado.

Lições da Simplicidade

19 de março de 2010

Foto: Jeffrey Shimizu

Foto: Jeffrey Shimizu

A colonização do Brasil, como todos sabemos, começou pelo litoral. Nos primeiros séculos de colonização, a miscigenação de índios e colonizadores no litoral do sudeste brasileiro fez surgir uma nova etnia, os caiçaras. Devido principalmente às dificuldades de acesso nessas serras, estuários e litorais acidentados, e pelo ímpeto desbravador dos primeiros exploradores, logo o desenvolvimento das grandes cidades se deu em outras áreas. Ficando assim, uma grande parte dessas primeiras áreas exploradas com caiçaras e índios.
Os caiçaras mantiveram, em grande parte, a forte característica indígena da relação com a natureza que alterna pesca com agricultura de subsistência. Uma relação harmônica com os recursos naturais, utilizando-os apenas na medida necessária.
Hoje, no entorno das comunidades caiçaras, é onde se encontram os maiores trechos preservados de floresta atlântica e algumas das principais áreas protegidas do Brasil. Num momento em que repensamos nossos hábitos, e que, mais do que em qualquer outra época da história, nos preocupamos com o futuro da humanidade e do planeta, eu fico me perguntando: O que os caiçaras têm para nos ensinar?
Nos últimos 14 anos tive o privilégio de conviver com algumas dessas comunidades em diversas situações. Posso afirmar que um dos maiores aprendizados da minha vida até hoje é o da simplicidade caiçara. Já presenciei “turistas” que olham de cima para baixo para essas pessoas, com suas “lentes” de shopping centers e tecnologias, incapazes de enxergar a grandiosidade daquela oportunidade de convivência.
Observando um caiçara autêntico (termo que utilizo para designar aqueles que preservam suas raízes e heranças culturais), somos nós capazes de aprender com seus hábitos peculiares de estar atento com a direção do vento? De perceber os movimentos das marés? De reconhecimento dos sinais dos cardumes pelo movimento da superfície? De acordar cedo e assistir ao nascer do sol embarcado? Com sua reunião familiar e o costume de contar e preservar histórias? E educar seus filhos para a relação com a natureza mostrando que o pé descalço na areia e a água do mar é sua fonte de vitalidade?
Se observarmos os resultados dos caiçaras, dando o devido peso aos valores sociais que mais crescem à medida que ganhamos consciência, eu diria que ainda precisamos nos desenvolver bastante para alcançá-los em muitos aspectos. Alguns deles são as capacidades de ser feliz, de cultivar valores familiares e de manter os recursos naturais para as gerações futuras.
Na sua próxima visita à simplicidade abra seu olhar e sua mente e note quantas áreas da sua vida essa experiência pode iluminar.
Daniel Spinelli
Consultor de Desenvolvimento Humano
WWW.pstreinamentoempresarial.com.br
Daniel@pstreinamentoempresarial.com.br

Nova Turma – Liderança Eficaz

20 de fevereiro de 2010

Nos dias 18 e 19 de junho de 2010, acontece a nova turma do Treinamento Liderança Eficaz.

Recomendamos este treinamento para quem lidera equipes, projetos e/ou busca ascensão profissional.

Objetivos do Treinamento

· Desenvolva uma nova visão para liderar eficazmente, aumentando a consciência individual e percepção dos fatores que geram clima e motivação favoráveis ao engajamento e alta performance das pessoas e equipes lideradas.

· Conheça seu estilo gerencial e como está o clima da área ou departamento que você lidera. Saiba como utilizar esses conhecimentos para impactar positivamente sua organização com maior contribuição nos resultados e na realização das estratégias.

· Aprimore suas características de líder, através da sua percepção e do impacto que você causa nas pessoas.

· Identifique seus “gaps” de desenvolvimento e elabore um plano de ação alinhado com a sua realidade e objetivos.

As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas, incrições clique aqui.

Dez sinais de que a relação com o chefe não vai bem

4 de fevereiro de 2010

Como é o seu relacionamento com o chefe e colegas de trabalho? O clima é tenso em seu setor, as pessoas não se falam direito ou o convívio é agradável e harmonioso?

Confira na reportagem as principais situações que indicam que a relação entre chefe e funcionário não andam bem, com dicas de como contornar essas situações do consultor da PS Daniel Spinelli e outros especialistas.

Artigo no site Adiminstradores.com.br

Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos

31 de janeiro de 2010

Dar sequência ao conhecimento adquirido em treinamentos experienciais, dando a eles objetivo e aplicabilidade no dia a dia. Esse pode ser considerado um dos maiores desafios de um treinamento empresarial. Enquanto algumas organizações estão saturadas pelos treinamentos em sala de aula, outras estão decepcionadas com a falta de resultado prático, risco que correm ao contratar aleatoriamente treinamentos experienciais. Sejam eles compostos por dinâmicas realizadas ao ar livre ou associados a atividades diferenciadas, como o turismo de aventura, é fundamental que uma equipe de facilitadores esteja apta a conduzir os participantes por um processo de aprendizagem efetiva para que este cumpra seu papel e que não reste somente a sensação de se ter passado um ótimo dia fazendo coisas diferentes na companhia de colegas de trabalho.

Para potencializar os resultados de treinamentos comportamentais aplicáveis no ambiente organizacional é que surge a união de dois conceitos consagrados: Analise Transacional e Educação Experiencial. Ao propor um novo ciclo de aprendizagem onde estas duas metodologias possam ser utilizadas conjuntamente, os treinamentos ao ar livre ganham uma nova propulsão, pois há a oportunidade de o participante compreender melhor seu próprio processo de aprendizagem, uma vez que participa dele ativamente e de forma mais consciente. Esta fusão está começando a ser aplicada em treinamentos empresariais, em especial de liderança e fortalecimento de equipes, com um bom nível de sucesso.

A visão de educação corporativa do treinamento que une as teorias Transacional e Experiencial é de que a educação tem como objetivo a formação do caráter, cujo resultado é forjado fora da sala de aula, momento em que as pessoas estão livres da maioria dos sentimentos que as rondam em seu dia a dia e por isso mais abertas a receberem novos conceitos e receptivas a auto-percepção e a sugestões de mudança de comportamento.

Como uma oportunidade de perpetuar antigos objetivos e atender novos ideais de desenvolvimento humano, a fusão das metodologias traz novas perspectivas para a tão necessária área de desenvolvimento de pessoas nas empresas. Os principais benefícios são: maior entendimento do participante em relação ao seu processo de desenvolvimento, melhoria dos instrumentos de auto-percepção e de auto-monitoramento, bem como, mais subsídios para o planejamento dos trabalhos. A longo prazo o que se espera de tudo isso são organizações com seres humanos mais conscientes da importância do seu papel para os resultados de si mesmos, do seu grupo, da empresa em que atua e da sociedade.

Daniel Spinelli
Consultor de Desenvolvimento Humano
www.pstreinamentoempresarial.com.br
daniel@pstreinamentoempresarial.com.br

Expedicao Vivencial 099