Por: Marcio Simioni (Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
Publicado anteriormente aqui no blog. Se você não teve a oportunidade de ler o primeiro por algum motivo, sugiro que o faça antes de iniciar a leitura deste, para facilitar o entendimento.
- Há uma guerra mental durante a corrida: continuar ou parar? As dificuldades são de todo tipo, dores musculares, cansaço, a urgência das tarefas profissionais, pessoais ou domésticas que estão esperando. Parar é sempre mais fácil.
Este é o tipo de sentimento que considero comum na vida profissional. São tantas questões, obstáculos e dificuldades de tantas naturezas diferentes, que por vezes chegamos a este ponto de pensar, “deixo tudo ou sigo em frente?”. Se o objetivo final não estiver claro, parar será certamente a opção escolhida em algum destes momentos.
Por: Marcio Simioni (Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
Há cerca de um ano decidi começar a praticar a corrida de rua, modalidade até então nova para mim.
Para praticar qualquer esporte, algumas características pessoais se fazem necessárias: esforço, determinação, perseverança, etc. E na corrida meus sentimentos e pensamentos sobre e durante o exercício tem me propiciado muitos insights sobre algumas delas. Todas estas percepções possibilitam traçar paralelos com a prática da vida profissional, e, também, com o desenvolvimento pessoal.
Conversando com outros consultores da PS sobre o assunto, achamos interessante compartilhar alguns destes insights com você leitor, desejando que pelo menos um deles inspire mudanças positivas no seu dia-a-dia.
Por: Marcio Simioni e Daniel Spinelli (Consultores de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
(Veja ao final deste texto os próximos treinamentos abertos em Curitiba)
O título do texto pode provocar interpretações no sentido de um líder envolvido diretamente com a área de vendas, ou, até mesmo, um líder de uma área de vendas propriamente dita. No entanto, o enfoque pretendido neste momento é um pouco diferente, e o que queremos mostrar é que a arte de vender de um líder – em qualquer área que atue – pode fazer a diferença no desempenho da equipe.
Por: Daniel Spinelli (Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)

Um dos maiores desafios que tivemos na PS Treinamento em 2012 foi desenvolver métodos que aumentassem as chances de nossos clientes terem sucesso com a implementação de seus planos de ação e contratos de mudanças e melhorias estabelecidos em workshops, seminários e convenções.
Sabemos que entre tomar uma decisão – como as listas que construímos em viradas de ano, por exemplo – e colocar as mudanças envolvidas nessa decisão na lista de realizações tem um espaço cheio de tendências e inércias, principalmente em relação a nossas atitudes.O mundo nos emite uma série de estímulos, hoje facilmente mais do que damos conta de responder, e se não tivermos atentos podemos lotar nossas agendas com muitas atividades e que – pelo que tenho percebido – numa boa parte das vezes não estão – ou estão pouco – relacionadas com objetivos e metas.
(Por Eneida Ludgero – Consultora da PS Treinamento Empresarial)
2012 foi um ano especialmente pressionado pelo fim, aquela ideia que nada mais existirá, game over, o grande final. Encontrei, confesso minha surpresa, gente que acreditou na concretização literal da previsão Maya. Mas mesmo com as muitas tragédias, desastres e a corrupção, até aqui estamos todos a salvo dos anjos do apocalipse. Quer dizer que se alguém apostou no fim do mundo, perdeu certo? Muita calma na hora de responder essa pergunta. Acontece que o mundo acaba sempre que alguém se perde em desespero, se paralisa pelo temor e não avança por crença na ignorância. O mundo termina todos os dias com a exploração sistemática da pobreza, quando o poder fica – mesmo que temporariamente – na mão de cruéis de todas as cores ideológicas. Nos acostumar à indiferença, nos habituar à ela, transformá-la em algo rotineiro, isso é o fim do mundo. Penso que os Mayas, em sua imensa sabedoria e conhecimento, estivessem prevendo o fim do mundo que precisa encontrar seu término, que anseia terminar-se em uma reforma profunda. Uma mudança que proponha trabalho duro nos alicerces para receber uma merecida casa novinha em folha. Para isso, teremos que aceitar que o mundo como o concebemos e como o trouxemos até aqui, esse acabou, chegou ao fim. Então, por isso mesmo, é possível recomeçar. Quem sabe em 21 de dezembro de 2013 a gente olhe para traz e goste de ver o que fomos capazes de fazer uns pelos outros. Bom fim de mundo pra você. E um grande reinício para todos.
Por: Marcio Simioni e Daniel Spinelli (Consultores de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
O tema da sustentabilidade há anos vem sendo debatido, discutido e explorado nos mais diversos meios e sob todos os prismas imagináveis. E nossa intenção neste texto não é chover no molhado do tema ou apresentar um posicionamento corretamente ecológico, e sim questionar a atitude do ser humano frente a este desafio.
Desde a revolução industrial até poucas décadas atrás, com a abundância de recursos naturais e escassez de pessoas com suficientes recursos financeiros no planeta, as empresas se preocuparam basicamente em maximizar lucros. Então o desenvolvimento tecnológico e a oferta de crédito propiciaram melhorias substanciais no nível de qualidade de vida da população em geral, começando pelos países desenvolvidos e estendendo-se, em um segundo momento, pelos demais. Aí chegamos ao crítico ponto no qual as variáveis mudam de lugar e, com o rápido e constante desenvolvimento de países antes tidos como pobres, temos escassez de recursos naturais e abundância de pessoas com recursos financeiros.
Por: Daniel Spinelli (Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
O tema desse post é feedback. Termo certamente já bem conhecido pelos leitores desse blog, mas que nem por isso perde seu valor, uma vez que ainda continua sendo subutilizado na no dia a dia da maioria das empresas.
O feedback é um tema bastante recorrente em treinamentos, palestras e artigos. Ainda assim ainda há muita confusão no entendimento dessa ferramenta de comunicação. Sua aplicação ampla e efetiva ainda é rara de ser encontrada nas empresas. Tenho visto textos e consultores abordando esse tema de formas diferentes e talvez esse seja um dos motivos que levam as pessoas a não explorar o potencial desse poderoso recurso de fortalecimento de equipes e desenvolvimento de pessoas.
Por: Daniel Spinelli (Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
Há algumas semanas fui convidado para coordenar um programa de imersão em liderança no Tocantins. Nada de muito novo a não ser pelo fato de que o treinamento aconteceu durante uma expedição de 3 dias pelo Jalapão.
Superintendentes, diretores e gerentes de uma importante organização que atua no estado, totalizando 14 líderes trocaram o conforto de uma sala com ar condicionado por uma vivência fora de série que incluía descer um rio de água potável remando botes infláveis e acampar em praias desertas.
Por: Daniel Spinelli (Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)
Dando continuidade ao ultimo post, falarei agora do segundo grande aprendizado que tive na viagem que fiz à Coreia do Sul em maio. As reflexões geradas pelos ensinamentos do Rei Sejong foram ótimas, mas eu queria trazer algo sobre o estilo coreano de ser, especialmente por estar muito impressionado com o desenvolvimento do País e pela educação do seu povo.
E no fim, foi dentro de uma reunião de trabalho que percebi algo de muito interessante no jeito coreano de negociar, pelo menos da maioria dos coreanos com quem tive contato. Percebi que conseguem, com maestria, usar ao mesmo tempo duas qualidades raras de se ver sendo utilizadas conjuntamente: A cortesia e a assertividade.
